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    Depoimento


    CPI da Covid: Acompanhe ao vivo o depoimento de ex-ministro Mandetta

    Mandetta comandou a pasta da saúde no início da pandemia, em março de 2020

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    O ex-ministro da Saúde  Luiz Henrique Mandetta é o primeiro nome a depor na Comissão Parlamentar de Inquérito (CPI) da COVID-19, nesta terça-feira (4).

    A CPI do Coronavírus foi instalada pelo Senado para apurar possíveis omissões do governo federal no enfrentamento da pandemia e repasses de verbas a estados e municípios. ,

    Mandetta comandou a pasta da saúde no início da pandemia, em março de 2020 e deixou o posto no mês seguinte, em abril do ano passado, após desentendimentos com o presidente da República, Jair Bolsonaro (sem partido). 

     

    O depoimento de Mandetta, marcado para às 10h
    O depoimento de Mandetta, marcado para às 10h | Foto: Divulgação

    O ex-ministro da saúde vai depor na condição de testemunha. Com esse título, Mandetta não pode se recusar a responder algumas questões. Ele deve explicar as divergências que teve com Bolsonaro sobre algumas medidas de enfrentamento à pandemia.

     

    O depoimento de Mandetta, marcado para às 10h desta terça-feira (4), precede outras falas no Senado. Às 14h desta terça, é a vez de Nelson Teich ser ouvido pela CPI. Ele substituiu Mandetta e ficou no cargo somente até maio de 2020.

    O que é uma CPI?


    As comissões parlamentares de inquérito (CPIs) são instrumentos usados por integrantes do Poder Legislativo (vereadores, deputados estaduais, deputados federais e senadores) para investigar fato determinado de grande relevância ligado à vida econômica, social ou legal do país, de um estado ou de um município. Embora tenham poderes de Justiça e uma série de prerrogativas, comitês do tipo não podem estabelecer condenações a pessoas.

    Para ser instalado no Senado Federal, uma CPI precisa do aval de, ao menos, 27 senadores; um terço dos 81 parlamentares. Na Câmara dos Deputados, também é preciso aval de ao menos uma terceira parte dos componentes (171 deputados).

    Há a possibilidade de criar comissões parlamentares mistas de inquérito (CPMIs), compostas por senadores e deputados. Nesses casos, é preciso obter assinaturas de um terço dos integrantes das duas casas legislativas que compõem o Congresso Nacional.

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