Fonte: OpenWeather

    Refugiados em Tóquio


    COI anuncia time de refugiados para Tóquio 2020 com 29 atletas

    O número é quase três vezes maior do que o da estreia da delegação, com 10 representantes no Rio-2016

     

     

    O time é para o COI uma mensagem de solidariedade aos 80 milhões de refugiados em todo o mundo
    O time é para o COI uma mensagem de solidariedade aos 80 milhões de refugiados em todo o mundo | Foto: KIMIMASA MAYAMA / EFE

    Faltam menos de 50 dias para a abertura oficial dos Jogos Olímpicos de Tóquio. A grande preocupação está na realização segura durante a pandemia do novo coronavírus e a vacinação dos atletas de comissões . 

    O Comitê Olímpico Internacional (COI) anunciou nesta terça-feira (8) a lista do time de refugiados para o evento no Japão. São 29 atletas convidados, um número quase três vezes maior do que o da estreia da delegação, com 10 representantes no Rio-2016.

    "

    Parabéns a todos. Falo em nome de todo o Movimento Olímpico quando digo que mal podemos esperar para conhecê-los pessoalmente e vê-los competir em Tóquio. Quando você, a Equipe Olímpica de Refugiados do COI e os atletas de comitês olímpicos nacionais de todo o mundo, finalmente reunidos em Tóquio em 23 de julho, enviarão uma mensagem poderosa de solidariedade, resiliência e esperança ao mundo. Você é parte integrante de nossa comunidade olímpica e damos as boas-vindas de braços abertos "

    Thomas Bach, presidente do COI

     

    O time é para o COI uma mensagem de solidariedade aos 80 milhões de refugiados em todo o mundo. A entidade dá suporte a 55 atletas com status de refugiados reconhecido pela Organização das Nações Unidas (ONU), sendo que 29 deles foram selecionados para competir em Tóquio.

    O time de refugiados vai estar presente em 12 modalidades: atletismo, badminton, boxe, canoagem, ciclismo, judô, caratê, taekwondo, tiro, natação, levantamento de peso e wrestling (luta olímpica).

    Entre os selecionados está o judoca congolês Popole Misenga, que mora no Brasil e pela segunda vez vai ser acolhido pela delegação brasileira. Ele também esteve na estreia nos Jogos do Rio-2016.

     

    A delegação do time de refugiados vai ser a segunda a desfilar na abertura da Olimpíada, no estádio Nacional, em Tóquio, logo depois da Grécia, fundadora dos Jogos na antiguidade. Os atletas refugiados vão competir sob a bandeira do COI e vão escutar o hino olímpico no pódio caso sejam campeões.

     Leia mais:

    Vídeo: Rebeca Andrade é ouro na ginástica ao som de "Baile de favela"

    Associação médica do Japão pede Olimpíadas sem público