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    Gestação


    Queda de cabelo no pós-parto é normal?

    Fenômeno ocorre, principalmente, devido às alterações nas taxas dos hormônios no período da amamentação e puerpério

    O cabelo apresenta um ciclo de vida normal, assim ele nasce, cresce e morre | Foto: Reprodução

    Manaus (AM) - Uma queixa comum entre as mulheres que acabaram de se tornar mães é a queda de cabelo no período inicial da amamentação, logo após o nascimento do bebê. Esse quadro tem até nome técnico: eflúvio telógeno pós-parto.

    O cabelo apresenta um ciclo de vida normal, assim ele nasce, cresce e morre. Esse processo se dá alternadamente e sucessivamente. Cada uma destas etapas está sujeita e influenciada por agentes externos, condições hormonais, faixa etária, entre outros fatores.

    Estas três etapas são chamadas respectivamente de fase Anágena (fase de crescimento), Catágena (fase de caminho para o repouso) e Telógena (fase de repouso)

    O ginecologista e obstetra, Thiago Gester, que tem contato direto com as mamães revela: "Primeiramente, tenha calma. Não se assuste. Durante a gestação devido às nuances hormonais, principalmente no pós-parto é esperado que ocorra uma queda significativa de cabelo, mas não ao ponto de ficar careca. E há possibilidade de ser amenizado este problema".

    Normalmente, as mechas começam a cair a partir do terceiro mês depois do nascimento do bebê. Isso porque os danos provocados no couro cabeludo demoram um tempo para terminarem em cabelos no chão. A intensidade do problema e o tempo de duração variam de mulher para mulher.

    Dicas

    Cada caso deve ser analisado individualmente. O tratamento às vezes envolve suplementos alimentares, remédios anti-inflamatórios ou até uso de laser.

    O obstetra dá algumas dicas, confira:

    1) Evite químicas (alisamentos e etc), pois nessa fase o cabelo fica frágil. Evite chapinhas e secadores;

    2) Use shampoo anti-queda e ou produtos para esses fins;

    3) Dieta equilibrada, comam frutas cítricas Vitamina C, abacate, castanha do Pará, frutas vermelhas;

    4) Suplementação ( como queratina, cistina e biotina) para evitar hipovitaminose;

    5) Procure um bom dermatologista sempre é indicado em casos mais delicados.

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